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“Sensacional!”

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“Revendo os primeiros episódios da série na Fox… ”

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I am watching Mad Men

“Watching Season 5… episode 1 is awesome!”

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Young Adult (Jovens Adultos)

Jason Reitman é o futuro. Sim, amigos, ele é o futuro. E não digo da boca pra fora. Seguindo a linhagem que vem do pai, Ivan Reitman - o responsável por um dos melhores filmes sci-fi já feitos: o inesquecível Ghostbusters -, o filho percorreu inicialmente a sua carreira cinematográfica fazendo vários curtas, seis de 1998 até o momento quando decidiu embarcar em longas… ai, eis que surgiu Obrigado Por Fumar, em 2005. Irônico e contando com um inspiradissimo Aaron Eckhart, o filme foi um sucesso de crítica, o que o pôs logo de cara entre os “next” de Hollywood! Dali até hoje, posso dizer que ele é o futuro. Mesmo. O seu novo filme, que vi hoje “Jovens Adultos” seria a prova disso, mas digamos que vem a ser um pouco a mais do que isso: impressiona.

Acordei como de costume, manhã tomada por um compromisso, almocei na casa da minha avó e depois caminhei até o Bristol, do Shopping 3, na Paulista. Comprei os ingressos ás 14:58, como a sessão começava as 15:20 fui ao McDonalds saturar-me de coisas rápidas, e corri pra sessão. Deu pra escolher o lugar, a sala esta razoavelmente cheia. Eis que o filme começa…

Eu poderia começar falando do relacionamento de longa data entre Jason e sua pupila: Diablo Cody. A blogueira teve a chance de mostrar ao mundo o seu talento graças ao filme que consagrau ambos: Juno, de 2007, o indie-movie teve inumeras indicações ao Oscar, e fez com que as luzes em destaque focassem os dois no meio da multidão. Mas sou justo e vou dar os créditos aos dois, afinal é impossivel não tirar os olhos de Juno, e muito menos de Young Adult…

Mavis Gray (Charlize Theron) um dia foi aquela garota que todos os garotos do colégio sonhavam, e todas as garotas invejavam. Passaram-se os anos, e Mavis cresceu e abandonou a sua cidade, partindo para uma necessidade que todos eram empurrados a tomar, mas poucos conseguiam: sair da cidade rumo a Minneapolis, cunhada pela comunidade de “Mini Apple”, e sair daquele ostracismo em busca de um “status quo”.

No caso de Mavis ela atingiu esse objetivo, e se tornou razoavelmente bem sucedida na cidade grande trabalhando como ghostwriter para uma famosa escritora de livros para jovens. Quando recebe um e-mail de sua ex-paixão de colégio, a convidando para participar de uma celebração do bebê que ele acaba de ter, a solitária Mavis entende aquilo como uma indireta e parte para a sua “missão” em busca de seu amado. Situações engraçadas e divertidas vão surgir, vindas da relação dela com um ex-colega de turma, que após ter sofrido um atentado homofóbico fica extremamente debilitado e manco. As relações que ela tem com o lugar de onde veio são expressas de maneira tão vil e fria que tudo o que ela tem é o desejo de viver longe daquilo que parece ser tão monótono e vazio. E a pergunta que fica é: até onde “resgatar” o seu ex-namorado a tornará mais satisfeita consigo própria?

Não dá pra negar o fato que faz com que muitos permaneçam estagnados num mundo que não existe mais. Esses fato são o que restou de nós, de nossas amarguras e de nosso descontentamento com a vida. O preço para encarar isso é tomar atitudes inconsequentes, que em muitos casos só levam a ruína, tomado ao excesso. Esse mundo que não existe mais, é um mundo utópico criado na mente, que nunca existiu, mas poderia estar em Minneapolis, ou em NY, ou até mesmo quem sabe em algum lugar que possa ser construído para abrigar um desejo insólito e vazio. O filme de Cody tenta mostrar isso, que o que importa é a sua capacidade de lidar com o que você tem. O que você tem? Pouco, muito, nada. Não importa, apenas viva a vida o melhor possível, sem querer satisfazer todas as pseudo-necessidades fundamentadas em um vácuo.

O filme seria muito bom, sim.. pelo roteiro e direção bem criativo, mas não teria a minha avaliação de excelente filme, sem o brilho de Charlize Theron (Monster, Terra Fria, O Escorpião de Jade) nesse filme. Ela arrasa. Mesmo, e que filme ela protagoniza! Um baita roteiro, deu para a atriz a chance de fazer , apesar da carreira de grandes papéis, esse em minha humilde concepção o melhor dela. Fria, sem espaço para quaisquer demonstração de sentimentos, ela expôs uma Marvis Gray de um cinismo e sarcasmo, dignos de uma Diablo Cody. Grande filme das duas, afinal. Chego em casa e talvez ainda caiba algum espaço para filmes (007 no Netflix, Mad Men, algo no Telecine? Planeta dos Macacos?). Quanto ao Young Adult, esse vai ficar rodando no projetor mental por dias. Vale a pena assistir!

(via fuer-te)

Hey basterds!

(Source: sanitarium-leave-me-be)

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:D